O primeiro lugar que
quem passa na rua vê.
O rosto da casa bonito,
com segurança e privacidade.
O portão, a cerca, a placa do nome, a caixa de correio. Virada pra rua, essa área da entrada é a primeira coisa que quem chega enxerga — é, digamos, o rosto da casa. Quando combina com a cara da casa, só isso já deixa o entra e sai de todo dia mais gostoso.
A Iwai pensa junto com você não só o visual bonito, mas também uma distância confortável dos vizinhos e a segurança pra família morar tranquila. "Me incomoda o olhar de fora, mas também não quero ficar fechado feito numa caixa" — é uma fala que a gente escuta bastante. Nem fechado demais, nem aberto demais. A gente pensa junto o ponto certo pra sua casa.

A entrada mexe muito na impressão da casa. Mas, ao mesmo tempo, uma casa que destoa de todas as outras também deixa um clima estranho. Pra combinar com a cara da casa e com a vizinhança, a gente escolhe o material e a cor da coluna do portão e o desenho da cerca. E acerta tudo no mesmo tom — da placa do nome à caixa de correio e à iluminação.
Te incomoda o olhar da rua ou da casa em frente. Mas cercar tudo com um muro alto deixa a casa escura e fechada por dentro. O que importa é a medida: esconder bem o que precisa esconder, e deixar aberto o que pode ficar aberto. Tela que deixa passar vento e luz, painel que só suaviza o olhar — a gente pensa junto uma privacidade discreta, que não cria clima ruim com os vizinhos.
A entrada é a fronteira entre a casa e a rua. Por isso mesmo, dá pra ser um lugar onde a família volta pra casa tranquila. Uma cerca ou portão mais baixo, que deixa sentir na medida certa quando alguém se aproxima. Uma luz iluminando o caminho à noite. Sem precisar de nada pesado, dá pra criar segurança com cuidado no dia a dia. Se a preocupação é uma criança que corre pra rua, ou um bichinho de estimação, é só falar e a gente pensa do jeito da sua família.
Consulta e orçamento são gratuitos.
A gente fala com toda honestidade quanto custa cada coisa.
"Quero privacidade, mas não quero escurecer a casa", "Aquele muro de bloco velho me preocupa" — pode falar sem cerimônia. Dentro do que dá, a gente pensa junto.
Esse "ponto certo" a gente acha junto com você. Proteger dos olhares e ter sensação de abertura não são coisas que você precisa escolher uma ou outra. Com uma altura que deixa a vista passar, e um design que deixa o vento e a luz entrarem, dá pra ficar difícil de ver de fora sem ficar apertado por dentro. A gente propõe esse equilíbrio conforme a sua casa.
Sim, a gente atende com prazer o conserto de um único ponto. Dá pra arrumar só o que entortou ou estragou e aproveitar o que ainda está bom. A gente não fica insistindo naquele "melhor refazer tudo". Começa pelo lugar que está te incomodando.
A gente pensa junto, levando em conta a relação com a vizinhança. A divisa é uma coisa delicada, porque envolve o convívio com quem mora do lado. A gente propõe altura e material que combinam com a rua e ao mesmo tempo mantêm uma distância confortável com o vizinho. O que te preocupa, fala sem cerimônia.
Sim, dá pra deixar toda a entrada com o mesmo tom. Poste, cerca, placa de nome, caixa de correio, a luz da noite — é um lugar que fica desencontrado quando você junta cada coisa separada. A gente alinha o tom do material e da cor, pra deixar a entrada gostosa de olhar, como o "rosto" da casa.
Sim, a gente pensa junto numa tranquilidade discreta. Boa visibilidade, luz no chão, uma estrutura difícil de escalar — dá pra se prevenir sem deixar tudo com cara pesada de fortaleza. A gente propõe uma forma de trazer segurança pro dia a dia sem estragar a beleza da rua.