Aquele tempo de olhar o jardim da varanda.
Um pouco de paz e de cor pro seu dia a dia.
De manhã, olhar o jardim com o café na mão. As crianças correndo descalças na grama. Regar com a família a verdura que vocês plantaram. O jardim é outro lugar de viver, diferente do de dentro de casa.
Só de plantar uma árvore, a paisagem já muda. Se você pensa "meu quintal não é grande, será que dá?", pode chamar a gente sem cerimônia. A gente pensa junto um jardim na medida certa, pro formato do seu terreno e pro seu jeito de viver.

Um jardim pra contemplar, um jardim pras crianças brincarem, um jardim pra plantar verdura com a família. Mesmo tamanho, mas o ponto certo muda conforme o tempo que você quer ali. A gente pergunta como você quer usar, e pensa junto um jardim com a cara da sua vida.
"Eu adoraria um jardim, mas será que não dá muito trabalho?" — é uma preocupação que a gente escuta sempre. Tendo verde, não existe jardim que não dê nenhum trabalho. Por isso mesmo: pra quem é ocupado, plantas que pedem pouco; pra quem gosta de mexer na terra, um jardim gostoso de cuidar. A gente pensa junto, a partir de uma quantidade de cuidado que caiba na sua rotina.
Uma árvore ali na frente da porta muda o rosto da casa a cada estação, com flor e com folha que avermelha. Se ela combina com o sol e a terra do seu terreno, se não vai crescer demais. Pra ela viver forte por muito tempo, a gente escolhe uma árvore que cria raiz nesta terra. E depois de plantar, é só perguntar à vontade como cuidar dela.
Um "quintal com grama" pode ser de dois jeitos. Entre a grama natural e a sintética muda o trabalho de cuidar, muda o custo e muda até a sensação de estar ali. Não é questão de uma ser melhor que a outra — é ver qual combina com a sua vida. Pra ficar mais fácil de escolher, a gente põe as duas lado a lado.

O verde macio de verdade, que sente as estações.
Tem aquela maciez de pisar que só a grama de verdade dá, e vai mudando de cara ao longo do ano. No verão, o verde vivo enche o quintal, e vira um lugar gostoso pras crianças e pros bichos. Dá, sim, o trabalho de cortar e de regar — mas é pra quem quer o prazer de cuidar de uma grama de verdade.

Verde bonito o ano todo, quase sem trabalho.
Fica sempre verdinha, em qualquer época do ano. Quase não precisa cortar, capinar nem regar, por isso é bem escolhida por famílias em que os dois trabalham fora e por casas com criança pequena ou bicho. Hoje ela evoluiu bastante — no visual e no toque —, e tem muita que fica bem parecida com a de verdade. Tem até um tipo que não amassa: as fibras que foram pisadas voltam a levantar sozinhas, então ela se mantém bonita por muito mais tempo.
| Comparando | Grama natural | Grama sintética |
|---|---|---|
| Visual | ★★★★★ | ★★★★☆ |
| Facilidade de cuidar | ★★☆☆☆ | ★★★★★ |
| Custo inicial baixo | ★★★★☆ | ★★★☆☆ |
| Custo a longo prazo | ★★★☆☆ | ★★★★☆ |
| Maciez ao pisar | ★★★★★ | ★★★★☆ |
| Não deixa nascer mato | ★★☆☆☆ | ★★★★★ |
| Durabilidade | ★★★☆☆ | ★★★★★ |
| Combina com pets | ★★★★☆ | ★★★★★ |
※ É só pra dar uma ideia geral. O que combina mais depende do seu orçamento, do sol que bate ali e de como você usa o espaço — pra saber certinho, é só falar com a gente.
Aqui vai uma parte das árvores e plantas que a gente já plantou de verdade. Não achou a que você quer? Fala com a gente assim mesmo.
Consulta e orçamento são gratuitos. A gente fala com toda honestidade quanto custa cada coisa.
"Será que dá num jardim pequeno?", "Tenho medo de não conseguir manter" — pode falar sem cerimônia. Dentro do que dá, a gente pensa junto.
Quando ligar, é só dizer que viu a gente no site.
Dá pra fazer um jardim que dá pouco trabalho também. Onde tem verde, não existe jardim que não peça nada, é verdade — mas pra quem é ocupado, a gente escolhe plantas que dão pouco trabalho; pra quem gosta de mexer na terra, um jardim que vale a pena cuidar. A gente parte de uma quantidade de cuidado que não pesa na sua rotina, e pensa junto.
Sim, não precisa se preocupar com o tamanho. Só de plantar uma árvore, ou num cantinho pequeno perto da porta, a paisagem já muda. Tem forma que fica ainda mais bonita justamente por ser um espaço pequeno. A gente pensa junto, conforme o seu terreno.
Claro que dá. "Plantar eu quero fazer sozinho, mas preparar a terra e as árvores grandes eu queria deixar com vocês" — esse tipo de divisão é bem-vindo. A gente valoriza a sua vontade de curtir o faça-você-mesmo, e cuida só da parte trabalhosa e da parte perigosa.
A gente escolhe e propõe uma árvore que cria raiz nessa terra. Se combina com o sol e o solo, se não vai crescer demais, que cara ela mostra em cada estação — a gente escolhe uma árvore que cresce forte por muito tempo. E como cuidar dela depois de plantar, pode perguntar à vontade.
Sim, aproveitar o que já existe é a nossa especialidade. Uma árvore que você cultivou por anos, um jardim cheio de lembrança — mudar tudo de uma vez seria uma pena. A gente mantém o que dá pra manter e ajeita só onde precisa, pra deixar um jardim gostoso de viver daqui pra frente.
A gente queria dar um valor na hora, mas o tamanho e a quantidade de árvores mudam de casa pra casa, então cravar um número aqui viraria uma promessa que não dá pra cumprir. Deixa a gente ver o jardim, e a gente te passa uma faixa aproximada na hora. O orçamento é grátis, e a gente nunca escreve as coisas pra fazer o valor parecer maior.
Pra árvores de pequeno a médio porte, a gente faz poda e corte. Mas pra árvores altas que chegam na fiação, ou grandes que precisam de equipamento especial de altura, uma empresa com esse equipamento às vezes é mais segura e certeira. A gente não força pra fazer algo perigoso. Deixa a gente ver a árvore primeiro, e a gente fala com clareza se dá pra fazer ou se é melhor um especialista.